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Circovirose Suína |
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| Diagnóstico Baseia-se na observação dos sinais clínicos, principalmente em leitões da creche. A presença das lesões macroscópicas remete à necessidade da confirmação laboratorial. Os exames indicados são a histopatologia e a detecção específica do vírus ou antígenos virais (por PCR ou imunoperoxidase). O melhor material para envio ao laboratório é leitões afetados. |
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Rim com focos esbranquiçados,
nefrite intersticial |
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| Controle Uma excelente revisão sobre os principais aspectos do controle da infecção pelo circovírus consta da publicação de Madec & Waddilove (2002). As principais áreas para o controle envolvem: • redução do contato suíno/ suíno • melhorias higiênicas e de manejo • redução de situações estressantes • melhorias nutricionais • controle de doenças associadas Um programa de 20 pontos preconizado por Madec & Waddilove (2002) é: Maternidades 1. Usar o sistema "todos dentro, todos fora" e limpar as canaletas de dejetos entre lotes; 2. Lavar as porcas e desverminar antes do parto; 3. Limitar os reagrupamentos de leitões na maternidade ao absolutamente essencial, tentar trocar leitões apenas nas primeiras 24 horas após o parto; Creches 4. Usar baias ou gaiolas pequenas, com divisórias sólidas; 5. Usar o sistema "todos dentro, todos fora" e limpar as canaletas de dejetos entre lotes; 6. Diminuir a lotação para níveis iguais ou menores do que 3 leitões por m² ou seja, espaço igual ou maior que 0,33 m² por leitão; 7. Aumentar o espaço de cocho para valor acima de 7 cm/leitão; 8. Melhorar a qualidade do ar, mantendo níveis de NH3 abaixo de 10 ppm, CO2 abaixo de 0,1% e umidade abaixo de 85%; 9. Melhorar o controle da temperatura ambiental; 10. Não misturar leitões de diferentes lotes na chegada ou durante o período de permanência nas creches; Crescimento/terminação 11. Usar baias pequenas, com divisórias sólidas; |
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| 12. Usar o sistema "todos dentro, todos
fora" e limpar as canaletas de dejetos entre lotes; 13. Não misturar leitões de diferentes lotes na chegada ou durante o período de permanência nas recrias; 14. Não misturar leitões de diferentes lotes na chegada ou durante o período de permanência nas terminações; 15. Diminuir a lotação, adotando um espaço acima de 0,75 m² por leitão; 16. Melhorar a qualidade do ar e o controle da temperatura ambiental; |
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Linfonodos mesentéricos
aumentados |
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| Além disso... 17. Usar um programa de vacinação adequado às doenças do plantel; 18. Racionalizar o fluxo de ar e de animais nos prédios; 19. Adotar uma higiene estrita em manejos como corte de dentes, corte da cola, injeções e outros; 20. Remover precocemente animais doentes para baias hospital ou realizar a eutanásia dos mesmos. Bibliografia consultada: Madec, F.; Waddilove, J. Control of PCV2 or control other factors, several approaches to a complex problem. Em: PMWS and PCV2 diseases: beyond the debate. Keynote on the Merial Symposium and brief epidemiological updates, p. 45-53, 2002. Sobestiansky, J.; Barbarino Jr., P.; Seyboth, L.; Matos, M. Circovirose suína e circovírus suíno. Sanidade em Foco, Goiânia, 52p., 2002. Sorden, S.D. Update on porcine circovirus and postweaning multisystemic wasting syndrome. Swine Health and Production, vol.8, p.133-136, 2002. Zanella, J.R.C. Doenças emergentes na suinocultura: circovirose suína. X Congresso da ABRAVES, Porto Alegre, Anais, vol. 1, p.122-127, 2001. Zanella, J.R.C.; Zanella, E.; Morés, N. Post weaning wasting syndrome in Brazil caused by porcine circovirus type 2. 17th International Pig Veterinary Society Congress, Ames, Proceedings, p. 422, 2002. |
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