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| Mestrando: Gustavo Nogueira
Diehl Orientador: Prof. Dr. Fernando Pandolfo Bortolozzo Co-orientador: Prof. Dr. Ivo Wentz e Profa. Dra. Mari Lourdes Bernardi |
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| Novo Dispositivo para
Inseminação Intra-uterina em Suínos. A inseminação intra-uterina (IAU) permite reduzir o número de espermatozóides/fêmea/ano em comparação à inseminação tradicional. Além disso em vários estudos envolvendo IAU não foram observadas diferenças no desempenho reprodutivo de fêmeas inseminadas pela técnica de IAU ou pela inseminação artificial tradicional. No entanto, a técnica ainda apresenta algumas limitações a serem superadas, como a dificuldade na inseminação de primíparas e o alto custo do cateter específico para IAU. O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho reprodutivo de 423 fêmeas suínas de ordem de parto (OP) 1 a 9 submetidas à IAU, com um novo modelo de pipeta, de menor custo previsto, (T1) cuja extremidade não é fixada na cérvix e, que poderia superar algumas das limitações da IAU ou uma pipeta de IAU modelo Verona e que permite a fixação da sua extremidade em espiral na cérvix (T2). Para comparar os dois cateteres foram considerados o grau de dificuldade para realização das inseminações, o tempo necessário para realizá-las, presença de sangramento após a inseminação, a presença de refluxo no momento da inseminação, as taxas de retorno ao estro (TR), de prenhez (TPR) e de parto ajustada (TPA), além do número de leitões nascidos (NT). Dentro de cada tratamento as fêmeas foram divididas em categorias de OP (OP 1, OP>1). Em ambos os tratamentos ocorreu um maior grau de dificuldade para realizar a IAU em primíparas (Figura 1). No T1, as fêmeas primíparas apresentaram maior TR e menor TPA em comparação as pluríparas (P<0,05), no entanto essas diferenças na TR e TPA não foram constatadas no T2. Embora o desempenho reprodutivo de fêmeas primíparas seja comprometido com a utilização da nova pipeta para inseminação intra-uterina, os resultados mostram que o novo dispositivo pode ser utilizado, sem prejuízos ao desempenho reprodutivo, em fêmeas pluríparas, pois o desempenho reprodutivo das pluríparas não foi influenciado pelos tratamentos. |
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