Diagnóstico bacteriológico: agentes comumente associados a infecções em suínos

William Asanome, Tania Alen Coutinho, Felipe L. Koller, David Barcellos
Arcanobacterium pyogenes em ágar-sangue.
Colônias com 1 a 2 mm, translúcidas, com uma estreita
zona de beta-hemólise.
Crescimento visível a partir de 48 horas de incubação.
Bordetella bronchiseptica em ágar MacConkey.
Colônias com 1 a 2 mm, não fermentadoras de lactose.
Essa característica é evidenciada pela ausência de cor nas colônias.
Pasteurella multocida em ágar-sangue.
Colônias com 1,5 a 2,0 mm, mucóides, não hemolíticas,
de cor acinzentada.
Esse organismo não apresenta crescimento em meio Mac Conkey.
Streptococcus suis em ágar-sangue.
Colônias com 0,5 a 1 mm, apresentando alfa-hemólise
(hemólise parcial, correspondente à zona de cor esverdeada).
Clostridium perfringens em ágar-sangue.
Colônias com 1,5 a 2,5 mm, branco-acinzentadas,
apresentando hemólise dupla característica: total (zona interna)
e parcial (zona externa).

Escherichia coli em ágar-sangue.
Colônias acinzentadas,
com 1,5 a 2,5 mm, beta-hemolíticas. A presença de hemólise
é característica típica de cepas patogênicas desse organismo.

Brachyspira sp. em ágar CVS (Colistina-Vancomicina-Spectinomicina).
A motilidade do organismo é evidenciada pela zona de hemólise
ao longo do corte no ágar, a partir da estria inicial.
Salmonella sp. em ágar MacConkey.
Colônias de 1,5 a 2,5 mm, indiferenciáveis da maioria
das outras enterobactérias não fermentadoras da lactose.
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