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| Resultado: | |
| Falha na detecção
de estro. Fêmeas que em até 10 dias pós desmame não manifestam sintomas de estro são consideradas fêmeas em anestro e geralmente são submetidas a hormonioterapia. A maioria das fêmeas que não respondem ao tratamento hormonal são fêmeas cíclicas e que se encontram na fase de diestro, ou seja, possuem corpos lúteos funcionais onde os níveis séricos de progesterona estão acima de 1 ng/mL, como pode ser observado no trabalho de Silveira et al (1984), (Tabela 1). Geralmente fêmeas que não respondem a hormonioterapia, são aquelas que ciclaram logo após o desmame ou até mesmo na maternidade. Nesse caso, possivelmente houve falha no diagnóstico do estro dessas fêmeas. No caso apresentado, há falha no diagnóstico de estro. É recomendado que o diagnóstico de estro seja realizado a partir do dia do desmame. Com isso, fêmeas nessa situação são prontamente diagnosticadas. Para a correta detecção de estro é necessário um estímulo adequado com um macho sexualmente maduro (focinho a focinho) e um maior tempo de contato para que a fêmea reconheça a presença deste e desencadeie a sintomatologia de estro. Assim, fêmeas ao serem desmamadas devem passar por um rígido diagnóstico de estro, ou seja, serem manejadas, no mínimo, duas vezes ao dia, sempre em contato com um macho de boa libido e por um período adequado, a fim de maximizar a eficiência reprodutiva e produtiva do rebanho. SILVEIRA, P.R.S.; WENTZ, IVO; PASQUAL, N.; BOHRER, C.H.M. Efeito da administração
de estradiol/hCG no subestro e anestro de porcas. Revista Brasileira de
Reprodução Animal, v. 8(4), p. 187-196, 1984. |
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